Sou Ana Glória, sou AMO Escola/PA.
No primeiro encontro, fui acolhida com um abraço e com uma frase que marcou minha vida: “Aqui somos mães. Ninguém tem a cruz mais pesada. Quando a sua pesar, enquanto você chora, outras mães estarão de joelhos intercedendo por você.”
Cheguei ao grupo no fundo do poço: com um marido infiel e um filho revoltado, que me culpava por tudo.
Meu filho começou a ter queda no rendimento escolar, e os alimentos começaram a faltar em nossa casa.
Levei a capelinha para casa, mas nem sabia como rezar. Todas aquelas orações pareciam não fazer sentido para mim.
Na semana seguinte, não me lembrei de levar a imagem de volta e, para minha surpresa, elas disseram que Nossa Senhora queria ficar mais tempo em minha casa.
Ao chegar em casa, a imagem não estava mais no lugar. Perguntei ao meu filho, e ele disse que havia sonhado com uma mulher com flores na cabeça e com as mãos sobre os olhos, chorando. Segundo ele, ela disse: “Reze pelos seus pais. Falta apenas a sua oração.”
Perguntei o que ele havia rezado.
Ele respondeu: “Mulher, traga meu pai de volta para casa. Por favor, precisamos ficar juntos.”
Continuei meus afazeres sem acreditar que aquela “oração” pudesse comover o céu.
Mas meu marido voltou. Casamos no religioso e, hoje, ele está estudando para o diaconato. Meu filho faz parte do grupo de jovens.

Nossa Senhora de La Salette, reconciliadora dos pecadores, rogai sem cessar por nós que recorremos a vós.
