Mãe Formada, Família Restaurada!

Mãe Formada, Família Restaurada!

1° ENCONTRO PAROQUIAL – CAPELA SÃO JOÃO PAULO II

1º ENCONTRO PAROQUIAL DO MOVIMENTO MÃES QUE ORAM PELOS FILHOS

CAPELA SÃO JOÃO PAULO II – GUARÁ II/DF

No dia 29 de novembro de 2025, vivemos momentos muito especiais cheios de espiritualidade, entrega e aprofundamento da fé.

Iniciamos as tratativas para o Encontro no mês de julho, com o Serviço de Metodologia na pessoa da coordenadora Marizam Fátima, que com sua delicadeza e atenção nos conduziu a todas as etapas que a partir daqueles primeiros contatos se desencadeariam. Antes, porém, desafios ocorreram. Primeiramente, a escolha da data que foi 20 de setembro, depois de aprovada e agendada precisou ser cedida a outros três grupos que fariam o Encontro juntos.

Restou-nos a última data do calendário, 29 de novembro. Nesta data a Paróquia Maria Imaculada, matriz a qual pertence a Capela São João Paulo II, teria o seu maior evento, a novena da padroeira com vigílias e pregações em todos os dias. Difícil seria conciliar as agendas de nossos sacerdotes, que dividem as atividades entre a matriz e a capela. Difícil também trazer as mães da matriz e da comunidade da capela, tendo um evento importante que muitas, certamente, gostariam de participar. Mas não desistimos, entregamos tudo a nossa Mãe, ao Seu Filho e à São José para que tudo corresse de forma que um evento não atrapalhasse o outro.

Somado a isso, meses depois, soubemos do bazar de Natal que antes seria no dia 30 de novembro foi ampliado também para o dia 29, dia do encontro. Onde faríamos o espaço para o lanche, fotos e vendas dos produtos de evangelização foi ocupado com o bazar. Organizamos os espaços em seis tendas pequenas.

Aprovado o roteiro, superados os desafios iniciais, organizamos as tarefas no grupo de apoio com as mães efetivas e agregamos mais quatro mães para fecharmos a equipe. Destacamos mães para atuar em conjunto com a Pastoral da Acolhida e iniciar a divulgação do Encontro nas missas, em dois domingos. Foram seis horários de missas nos dois dias, tendo 6 mães em cada horário (2 em cada entrada da capela). Na acolhida começamos a viver o Encontro Paroquial que em breve faríamos. A alegria das mães entregando o folheto da missa e o nosso panfleto, e convidando outras mães, tias e madrinhas, foi contagiante. A experiência foi incrível e estamos escaladas para, eventualmente, ajudar a Pastoral da Acolhida. São os primeiros frutos do nosso Primeiro Encontro Paroquial.

Fizemos duas reuniões virtuais além dos contatos diários por mensagens. A integração foi total. No dia do Encontro, quando faríamos a organização dos espaços, agregamos maridos e alguns filhos que foram fundamentais na montagem das tendas e depois, no final, na desmontagem de tudo.

No Encontro, dentro da metodologia a qual já praticamos, semanalmente, procuramos dar atenção maior à pontualidade dos vários momentos.

A entronização da padroeira foi feita por duas mães do grupo (fora do apoio), as pregações foram maravilhosas, com a Lilian Nubia no Conhecendo o Movimento e a Kátia Corrêa com o tema A Bíblia nos leva à oração, nos trazendo sempre suas experiências e vivências na fé. As coordenadoras na Roda de Conversa, Claudionice, Helena, Márcia, Ana Maria e a Sandra Bento (que faz parte do serviço Súplica do grupo), nos encheram de esperança ao conhecer o caminho de cada uma para a santidade.

Já os nossos sacerdotes, padre Edilson Costa na segunda pregação Padres e Monges da Igreja e a Oração e o padre Clézio Amaral na Adoração ao Santíssimo, foram uma benção imediata no Encontro. O padre Edilson nos ensinou a rezar ainda mais pelos nossos filhos e o padre Clézio nos levou às lágrimas com palavras de incentivo à superação das dificuldades familiares e aprofundamento na fé.

Estivemos juntas em todas as etapas do processo. Trabalhamos em conjunto, sempre, conforme a realidade do grupo, com mães em plena atividade profissional, com filhos pequenos, adolescentes e mesmo adultos (mas com suas dificuldades) e que muitas vezes não conseguem atender as necessidades do grupo como deveriam e gostariam. A realidade dos grupos (conhecida pela coordenadora) deve ser respeitada. Se estamos unidas nos grupos é porque estamos no mesmo propósito.

Por fim, o Encontro foi de uma profundidade espiritual, aprofundamento da fé, da esperança e a certeza de que estamos no caminho certo. Deus nos abençoe!

Maria Lucia Costa, coordenadora do grupo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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