Paz e bem!
O Movimento Mães que Oram pelos Filhos apareceu para mim pelo Instagram e, imediatamente, eu me identifiquei. Senti algo muito forte no coração e entendi que Deus me chamava para essa missão.
Naquele momento, porém, minha mãe ficou doente e eu não pude iniciar o grupo em minha cidade. Deus tinha um tempo para tudo. Primeiro, foi o tempo de cuidar da minha mãe. Depois, chegou o momento de retomar esse chamado e dar início ao grupo.
Quando assumi a missão e entreguei a carta à responsável pelo Movimento no Estado, fiquei aguardando a assinatura do padre para enviá-la. Foi justamente nesse período que recebi o diagnóstico de que meu pai estava com câncer de próstata.
Meu coração estremeceu. Senti vontade de dar um passo atrás, porque me vi muito fragilizada. Pensei em desistir do grupo para me dedicar inteiramente aos cuidados com meu pai. Enquanto aguardava a assinatura da carta, aquela aflição permanecia dentro de mim. Eu não sabia se deveria continuar ou não.
Durante alguns dias, coloquei tudo em oração e perguntei ao Senhor: “Será que devo seguir por esse caminho, justamente quando a dor bate à porta da minha casa?”
Foi então que Deus usou um colega de trabalho para falar ao meu coração. Ele me disse que, quando Deus escolhe alguém, chama exatamente as pessoas mais ocupadas, aquelas que acreditam não ter capacidade, porque é o próprio Deus quem capacita e fortalece, dia após dia, aqueles que Ele chama.
Essas palavras renovaram minhas forças, e eu decidi seguir em frente. Anunciamos o grupo em nossa cidade e, desde então, tenho vivido uma experiência transformadora.
A cada encontro, renovo minhas forças como pessoa e como cristã. Sempre que penso que estou fraca, basta participar de uma reunião para sair fortalecida. O Movimento tem sido, para mim, uma fonte constante de aprendizado, crescimento espiritual e proximidade com Deus.
Hoje, sinto-me uma pessoa mais firme diante dos desafios da vida, com mais conhecimento da fé e mais confiança na ação de Deus. Também me sinto verdadeiramente mãe de todas as mães que participam do meu grupo. Servi-las é uma grande alegria e uma imensa satisfação.
Minha gratidão ao Senhor é eterna por ter colocado o Movimento Mães que Oram pelos Filhos em meu caminho. Rezo para que Deus glorifique nossa fundadora, Ângela, e abençoe todos aqueles que fazem parte dessa missão, organizando, formando e nos ensinando a sermos mães intercessoras, que confiam na restauração de suas famílias pelo poder da oração.
Obrigada, meu Deus, por esse presente.
Obrigada, Nossa Senhora de La Salette. Continue intercedendo por todos nós.
Amém.
Um abraço!
Edvania, coordenadora de grupo na cidade de Palmares/PE
