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AMO PAIS NA PARÓQUIA N. SRA. DA CONCEIÇÃO DE NILÓPOLIS/RJ

No dia 09 de janeiro de 2026 recebi o convite da Carla Freixo, coordenadora estadual do Movimento Mães que Oram pelos Filhos no Estado do Rio de Janeiro, para assumir a missão de auxiliar na implementação dos grupos do serviço AMO-Pais no estado. No dia seguinte, 10 de janeiro de 2026, dei meu “sim” para essa missão.

Esse “sim” foi dado porque entendi claramente que aquele chamado vinha de Deus por meio da Carla. Humanamente falando, era algo que não parecia fazer muito sentido, porque a Carla praticamente não me conhecia. Nossos contatos até então tinham sido muito pequenos e discretos. Participei na música de alguns encontros estaduais do movimento nos anos de 2023, 2024 e 2025, sempre tocando violão na animação, sem qualquer protagonismo. Também servi em alguns encontros diocesanos ao longo desse período, igualmente na música.

Por isso, um convite para uma missão tão importante, vindo de alguém que praticamente não me conhecia, só poderia ser inspiração do Espírito Santo. Foi isso que senti no coração e, por essa razão, disse “sim”.

Após aceitar a missão, confesso que ainda não tinha muita ideia de como deveria proceder. Então, no dia 25 de fevereiro de 2026, tive minha primeira reunião com José Alexandre, coordenador nacional do serviço AMO-Pais. Nessa reunião recebi a orientação de formar primeiro um grupo na minha própria paróquia para, somente depois, trabalhar pela implantação de outros grupos em diferentes paróquias do estado.

Missão dada é missão cumprida. Agendei então uma reunião com meu pároco, Padre Wellington Guedes, juntamente com Alessandra, coordenadora do Movimento Mães que Oram pelos Filhos em minha paróquia, tudo também com a ciência da coordenadora diocesana, Marli.

A reunião aconteceu no dia 04 de março de 2026. Nela, recebi do Padre Wellington o aval para implantar o serviço AMO-Pais na Paróquia Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Nilópolis.

Na conversa, o padre orientou que os encontros do AMO-Pais acontecessem no mesmo horário dos encontros das mães. Isso fez muito sentido para mim, porque ajudaria a deixar muito claro que o AMO-Pais é um serviço das Mães que Oram, e que, portanto, nasce desse movimento e em unidade com ele deve seguir.

Além disso, já observávamos uma situação muito interessante: muitos pais levavam suas esposas para os encontros das mães e depois permaneciam aguardando dentro dos carros ou nos arredores da igreja até o término da reunião. Aquilo começou a tocar meu coração como um sinal de Deus. Parecia que o Senhor mostrava exatamente ali onde estava o início da missão: trazer esses pais para dentro da igreja para que, paralelamente às mães, eles também pudessem viver uma experiência de oração.

Também manifestei ao Padre Wellington uma preocupação muito importante para mim naquele momento: que não parecesse que estávamos criando mais um movimento para “competir” pelo mesmo público de servos da paróquia, especialmente porque já temos movimentos tão importantes como o Terço dos Homens e a Pastoral Familiar.

Por isso, pensei inicialmente em convidar para esse grupo de apoio homens com alguma caminhada na Igreja, preferencialmente sem compromisso direto com outros movimentos e pastorais, e cujas esposas já participassem do Mães que Oram pelos Filhos. Evidentemente, os encontros do AMO-Pais são abertos a qualquer homem que deseje participar, mas para esse primeiro momento achei importante formar um pequeno grupo de apoio com essas características para sustentar o início da missão.

Naquele período estava para começar o tríduo de São José. Decidi então participar do tríduo colocando como intenção justamente a graça necessária para a formação desse grupo inicial do AMO-Pais. Pedi a intercessão de São José para que ele conduzisse tudo.

Durante o tríduo comecei os convites. Fiz uma lista inicial com dez nomes. E, para minha surpresa, apenas um homem disse “não” ao convite. Isso me marcou profundamente, porque sabemos como é difícil conseguir operários para a messe, especialmente quando falamos da participação dos homens na vida da Igreja.

Para mim, aquilo já era uma grande graça alcançada pela intercessão de São José.

Após esse período de preparação, no dia 06 de maio de 2026 realizamos o primeiro encontro do serviço AMO-Pais, com a presença de 18 homens.

Tem sido uma experiência muito bonita perceber Deus conduzindo cada passo da missão. Tudo nasceu de forma muito simples, mas sempre sustentado pela oração, pela unidade com a Igreja, pela espiritualidade do Movimento Mães que Oram pelos Filhos e pela confiança de que, quando a obra é de Deus, Ele mesmo providencia tudo aquilo que é necessário.

 

 

 

Obrigada por seu SIM, Pedro.

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